sábado, 27 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
É verdade que a IASD marcou datas para a volta de Jesus?
"Já me disseram que tanto Ellen White como muitos outros pioneiros Adventistas marcaram várias datas para o retorno de Jesus. Isso é verdade?" Eu AINDA fico impressionado com a maneira como os opositores dos Adventistas agem.
A maioria esmagadora dessas pessoas nunca se dignou a ler algum livro da História Denominacional dos Adventistas, e limitam-se, apenas, a repetir a ladainha que ouvem em seus cursos doutrinários fajutos e pregações equivocadas. São os "crentes papagaios..."
Dentre as inúmeras dessas "ladainhas", uma comumente utilizada é a de que "os Adventistas marcaram datas para a volta de Jesus", tentando assim desacreditar a forte base doutrinária desta Igreja.
Como eu disse, tais pessoas repetem estes frágeis argumentos pelo simples fato de não conhecerem o que REALMENTE aconteceu no surgimento da IASD... ou então agem de má fé, repetindo falácias que sabem que são inverídicas! Prefiro crer na primeira opção...
Todos sabem, e os livros denominacionais estão ai para confirmar, que a Igreja Adventista só surgiu na década de 1860, ou seja, quase 20 anos depois do desapontamento de 22 de outubro de 1844. Na verdade, quem marcou esta data foi um BATISTA, o senhorGuilherme (ou William, em inglês) Miller. Ele, sim, foi quem fez os cálculos e descobriu que algo muito importante ocorreria em 22-10-1844. Seu erro foi acreditar que o evento seria a VOLTA DE JESUS.
Como sabemos hoje, Miller errou no evento, mas não nos cálculos da data. Ou seja, a data estava correta... o que estava errado era o pensamento de que este seria o dia do retorno de Jesus, conforme a crença evangélica daquela época.
Depois deste fatídico dia (22-10-1844), o Movimento Millerita (também chamado de Movimento Adventista por alguns, porém não deve-se confundir com a Igreja Adventista do 7º Dia), se fragmentou em diversos ramos.
Algumas pessoas continuaram refazendo os cálculos de Miller, e repetiram o erro de datar o retorno de Jesus. Mas NUNCA a Igreja Adventista do 7º Dia, como Instituição organizada, cometeu tal erro.
A Igreja Adventista, e seus hoje quase 20 milhões de membros, não pode ser continuamente acusada e ridicularizada (insisto, pelos que preferem não conhecer sua História), devido ao erro de algumas pessoas que, posteriormente, formariam a primeira geração de membros da denominação. Da mesma forma, hoje não podemos condenar uma denominação inteira porque alguns membros, equivocadamente, gostam de pensar, por exemplo, que um tal CHIP MONDEX será a marca da besta.
Na sua excelente obra doutoral ("Crises na Igreja Apostólica e na Igreja Adventista do 7º Dia"), o Pr. Luiz Nunes traz o seguinte esclarecimento:
"A tendência literalista exagerada do historicismo de alguns estudiosos adventistas os levou ocasionalmente a marcar novas datas para o Segundo Advento, ameaçando assim a credibilidade do adventismo. Após a decepção de 22 de outubro de 1844, a Segunda Vinda de Cristo foi aguardada por alguns para abril de 1845, quando terminaria o ano judaico de 1844... Tendo falhado esta previsão, surgiram alguns artigos propondo novas datas" (pág. 104).
Entre estes "calculistas" estavam: O. R. L. Crosier, Hiram Edson, Joseph Bates, e outros.
Porém, antes de outubro de 1845, como lembra o Pr. Nunes, Ellen White recebeu uma visão advertindo que a tentativa de marcar novas datas seria sempre motivo de desapontamento (como o é até hoje! Basta relembrar o fiasco recente de uma igreja americana em 21/05/2011). Veja o que ela declarou posteriormente:
"Tenho sido repetidamente advertida com referência a marcar tempo. Nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada no tempo" - Mens. Escolhidas, vol. 1, pág. 188.
Como vemos, muitos anos ANTES de nascer a Igreja Adventista do 7º Dia, Ellen White já fora orientada sobre o erro de marcar datas para a volta de Cristo, ou para qualquer outro aspecto temporal da profecia apocalítica, posterior a 22 de outubro de 1844.
Portanto, cai por terra mais esta falácia: de que Ellen White e os "pioneiros" da Igreja Adventista do 7º Dia cometeram sucessivos erros na datação do retorno de Cristo.
Pena que ainda vamos ouvir esta ladainha mentirosa MUUUUUUUIIIITAS vezes...
domingo, 7 de agosto de 2011
Mulher adota filha biológica mais de 40 anos após sequestro por babá
sábado, 6 de agosto de 2011
Você se sente uma pessoa perdoada?
Não precisamos viver atormentados pela culpa, pois Deus quer nos perdoar...Há uma história na Bíblia que ilustra de forma muito clara a extensão do amor de Deus pelo pecador. Muitas vezes, só reconhecemos a necessidade que temos de Deus quando estamos em situação desesperadora. Foi o que aconteceu com Manassés (2Crôn. 33:1-17) - ótimo texto para um sermão!
Ele foi um rei que fez o que era mau diante de Deus, e levou o povo a uma completa apostasia, pior do que os que vieram antes dele. Haveria salvação para um homem como Manassés? O que podemos aprender de sua história?
Ele era um rei cruel e idólatra (vv. 1-9)
Manassés teve uma trajetória de vida marcada pela apostasia. Aquele que fora escolhido para ser o representante de Deus, conduziu o povo a um poço cada vez mais fundo. Vejamos alguns dos pecados que são atribuídos a ele:
1. Construiu altares aos deuses pagãos.
2. Adorava os astros
3. Praticava feitiçarias, adivinhações, bruxarias, mediunidade.
4. Queimou os próprios filhos ao demônio.
5. Profanou a casa de Deus, enchendo-a de ídolos pagãos.
Ao olhar para a história de Manassés vemos o quanto ele foi fundo no pecado. Haveria salvação para um homem assim?
Certo dia, há alguns anos, a cidade de Natal acordou chocada. Um homem havia acordado pela manhã com o firme propósito de matar. Matar quem ele encontrasse pela frente.
Os noticiários de rádio muito cedo começaram a informar a tragédia.
Próximo a Natal há uma cidadezinha chamada Santo Antônio. Fica a poucos quilômetros ao norte de Natal.
Este homem saiu de sua casa, armado com facão e facas, e foi seguindo pela estrada que liga Natal e São Gonçalo do Amarante, ferindo aqueles que cruzavam seu caminho.
A Polícia foi avisada e rapidamente dirigiu-se ao local. Conseguiu encurralar o homem em uma pequena granja num povoado próximo a Santo Antônio. Sentindo-se acuado, ele decidiu partir em direção aos policiais, que o alvejaram com vários tiros. Ele já havia ferido várias pessoas naquela manhã, e matado outras 15!
Se este homem tivesse escapado com vida, e tivesse, depois de algum tempo, buscado o perdão de Deus, teria recebido misericórdia? Deus perdoaria um ato tão brutal e demoníaco?
É claro que sim!
Muitas vezes o pecador é “despertado” de forma dolorosa (vv. 10-13)
Apesar de todas as tentativas que Deus fez de trazer de volta o rei e o povo, eles O rejeitaram (v. 10). Agora só restava uma alternativa: a opressão da Assíria.
Por volta do ano 650 a.C., Assurbanipal invade Judá e leva Manassés prisioneiro. O poderoso rei de Israel, que deveria ser o representante máximo de Jeová para o mundo, agora estava humilhado, acorrentado, tratado como um animal, sendo conduzido com ganchos no nariz.
Na maioria das vezes, quando desprezamos os chamados de Deus, temos que sofrer as conseqüências da desobediência, e o sofrimento é o que nos despertará, quando o puro amor não conseguiu.
Ele era um rei cruel e idólatra (vv. 1-9)
Manassés teve uma trajetória de vida marcada pela apostasia. Aquele que fora escolhido para ser o representante de Deus, conduziu o povo a um poço cada vez mais fundo. Vejamos alguns dos pecados que são atribuídos a ele:
1. Construiu altares aos deuses pagãos.
2. Adorava os astros
3. Praticava feitiçarias, adivinhações, bruxarias, mediunidade.
4. Queimou os próprios filhos ao demônio.
5. Profanou a casa de Deus, enchendo-a de ídolos pagãos.
Ao olhar para a história de Manassés vemos o quanto ele foi fundo no pecado. Haveria salvação para um homem assim?
Certo dia, há alguns anos, a cidade de Natal acordou chocada. Um homem havia acordado pela manhã com o firme propósito de matar. Matar quem ele encontrasse pela frente.
Os noticiários de rádio muito cedo começaram a informar a tragédia.
Próximo a Natal há uma cidadezinha chamada Santo Antônio. Fica a poucos quilômetros ao norte de Natal.
Este homem saiu de sua casa, armado com facão e facas, e foi seguindo pela estrada que liga Natal e São Gonçalo do Amarante, ferindo aqueles que cruzavam seu caminho.
A Polícia foi avisada e rapidamente dirigiu-se ao local. Conseguiu encurralar o homem em uma pequena granja num povoado próximo a Santo Antônio. Sentindo-se acuado, ele decidiu partir em direção aos policiais, que o alvejaram com vários tiros. Ele já havia ferido várias pessoas naquela manhã, e matado outras 15!
Se este homem tivesse escapado com vida, e tivesse, depois de algum tempo, buscado o perdão de Deus, teria recebido misericórdia? Deus perdoaria um ato tão brutal e demoníaco?
É claro que sim!
Muitas vezes o pecador é “despertado” de forma dolorosa (vv. 10-13)
Apesar de todas as tentativas que Deus fez de trazer de volta o rei e o povo, eles O rejeitaram (v. 10). Agora só restava uma alternativa: a opressão da Assíria.
Por volta do ano 650 a.C., Assurbanipal invade Judá e leva Manassés prisioneiro. O poderoso rei de Israel, que deveria ser o representante máximo de Jeová para o mundo, agora estava humilhado, acorrentado, tratado como um animal, sendo conduzido com ganchos no nariz.
Na maioria das vezes, quando desprezamos os chamados de Deus, temos que sofrer as conseqüências da desobediência, e o sofrimento é o que nos despertará, quando o puro amor não conseguiu.
Alguma vez você já se sentiu assim? Sofrendo em conseqüência de ter desobedecido a Deus?
Em uma prisão imunda, Manassés lembra-se de que Jeová ainda estava vivo. O Deus a quem ele tanto desprezara era sua única salvação naquele momento. Assim como Davi no Sl 103:8-11, Manassés suplica a misericórdia de Deus, e Deus Se torna favorável para com ele (Que Deus maravilhoso!).
Em uma prisão imunda, Manassés lembra-se de que Jeová ainda estava vivo. O Deus a quem ele tanto desprezara era sua única salvação naquele momento. Assim como Davi no Sl 103:8-11, Manassés suplica a misericórdia de Deus, e Deus Se torna favorável para com ele (Que Deus maravilhoso!).
O Senhor o livra da prisão, e permite que ele retorne para Judá, para restaurar todas as barbaridades que, como rei, havia praticado em toda sua vida.
Apesar de toda maldade, Deus dá uma nova chance a Manassés, e o coloca novamente no trono da nação.
Apesar de toda maldade, Deus dá uma nova chance a Manassés, e o coloca novamente no trono da nação.
O conceito de perdão de Deus é muito diferente do ser humano. Deus “perdoa e esquece”.
Quantos de nós colocaríamos novamente Manassés no trono? Quantos de nós permitiríamos que nossos filhos fossem acampar com um membro “fiel” da Igreja, que no passado havia sido um estuprador e assassino? Confiaríamos nossos filhos a alguém com um passado tão negro?
Quantos de nós colocaríamos novamente Manassés no trono? Quantos de nós permitiríamos que nossos filhos fossem acampar com um membro “fiel” da Igreja, que no passado havia sido um estuprador e assassino? Confiaríamos nossos filhos a alguém com um passado tão negro?
Penso que não!
Nosso conceito de perdão é diferente – perdoamos mas não esquecemos, e na primeira oportunidade jogamos tudo "na cara" outra vez!
A alegria de ser perdoado (vv. 14-17)
Ao retornar para o reino, Manassés começa uma obra de reforma na nação que ele havia conduzido à apostasia. Sabe por quê?
A alegria de ser perdoado (vv. 14-17)
Ao retornar para o reino, Manassés começa uma obra de reforma na nação que ele havia conduzido à apostasia. Sabe por quê?
Não é possível receber o toque do perdão de Deus e continuar na mesma vida de pecado.
Não é possível sentir a plenitude da graça e não querer restaurar a vida arruinada.
Não é possível sentir a plenitude da graça e não querer restaurar a vida arruinada.
Manassés restaura o culto ao Deus verdadeiro, e conduz o povo de volta ao Senhor.
A restauração foi completa: Templo, casas, altares, vidas, destruição dos ídolos, etc.
O povo agora adorava somente ao Deus Eterno (v. 17) – que vitória!
Caro internauta...
Há momentos em que chegamos a pensar que o perdão de Deus não é suficiente para restaurar criminosos tão bárbaros como os que aparecem diariamente nos noticiários policiais.
Mesmo dentro da Igreja tenho encontrado pessoas (jovens ou adultos) que vivem um tormento pessoal por não acreditarem que foram perdoados pelo Senhor. Sentem-se sem Deus e sem esperança no mundo.
O que normalmente pensamos é que pessoas que vão tão fundo no pecado não conseguirão retornar e mudarem para uma vida de santidade e obediência a Deus.
Mas a história de Manassés nos mostra que “onde abundou o pecado, superabundou a graça” de Deus. Temos um Advogado junto ao Pai, que está disposto a interceder por todo aquele que suplica pela misericórdia divina.
Há perdão para mim e para você também... sempre que você estiver disposto a recebê-lo.
“Quando alguém que vagou longe no pecado procura voltar para Deus, encontrará suspeita e crítica. Há os que duvidarão de que o arrependimento seja genuíno, ou insinuarão: ‘Ele não tem estabilidade; não creio que resista’. Tais pessoas não fazem a obra de Deus, porém a de Satanás, que é o acusador dos irmãos. Por suas críticas, o maligno espera desencorajar aquela alma, afastá-la ainda mais da esperança e de Deus” – Parábolas de Jesus, pág. 190.
“Quando alguém que vagou longe no pecado procura voltar para Deus, encontrará suspeita e crítica. Há os que duvidarão de que o arrependimento seja genuíno, ou insinuarão: ‘Ele não tem estabilidade; não creio que resista’. Tais pessoas não fazem a obra de Deus, porém a de Satanás, que é o acusador dos irmãos. Por suas críticas, o maligno espera desencorajar aquela alma, afastá-la ainda mais da esperança e de Deus” – Parábolas de Jesus, pág. 190.
Seja um(a) promotor(a) da esperança.... e não da "desesperança"....
FONTE: BLOG: GILSON MEDEIROS
sábado, 30 de julho de 2011
Projeto social dos jovens adventistas é destaque em telejornal
O projeto Missão Calebe, que incentiva jovens adventistas a doarem parte de suas férias para ações sociais e evangelismo, foi destaque na edição desta quarta-feira, dia 27, do Jornal Hoje, telejornal da TV Globo veiculado no início da tarde. A reportagem abordou atividades realizadas pela juventude nos estados de Goiás e Maranhão e mostrou que os voluntários aproveitam para ajudar comunidades, inclusive pequenas cidades onde as necessidades de orientação sobre saúde, por exemplo, são necessárias.
O líder do Ministério Jovem da Igreja Adventista do Sétimo Dia para oito países sul-americanos, pastor Areli Barbosa, considera importante essa visibilidade do projeto porque, além das ações sociais, como foi mostrada na reportagem da Globo, os "calebes" ajudam na evangelização e até mesmo plantação de novas igrejas. Os jovens oram, visitam a comunidade, auxiliam em trabalhos voluntários e ensinam a Bíblia Sagrada.
Fonte: Portal Adventista
O líder do Ministério Jovem da Igreja Adventista do Sétimo Dia para oito países sul-americanos, pastor Areli Barbosa, considera importante essa visibilidade do projeto porque, além das ações sociais, como foi mostrada na reportagem da Globo, os "calebes" ajudam na evangelização e até mesmo plantação de novas igrejas. Os jovens oram, visitam a comunidade, auxiliam em trabalhos voluntários e ensinam a Bíblia Sagrada.
Fonte: Portal Adventista
O louvor não vai te salvar
Há uma questão extramusical associada à canção cristã contemporânea de Louvor & Adoração: sua relação com a demonstração de sinais exteriores de emoção e consagração.
O desejo de fugir do culto estático e “morto” leva alguns a dizer que precisamos do culto extático e “vivo”. A questão é que isso pode conduzir à ideia de que quem não fecha os olhos, levanta as mãos e fala chorando por cinco minutos não está consagrado. É o mesmo argumento defendido por aqueles que “falam em línguas”.
Então, quer dizer que as pessoas que não reagem com alto teor emocional perderam a comunhão com Deus? Será que só a forma musical da adoração contemporânea é capaz de produzir alegria e interação nas igrejas? O pastor Paul Basden comenta que a adoração carismática tem a tendência a exaltar as “manifestações externas e visíveis do Espírito acima do trabalho interno e silencioso dele”.
Robert Webber, professor e escritor de livros sobre adoração, avalia que “o lado performático da adoração contemporânea tende a levar-nos para dentro do campo das obras e para fora do campo da graça”.
Certo tipo de adoração e de adorador usa a música (de qualquer estilo) para convencer a Deus do quanto ele é autêntico e bom. Mas Deus sabe o quanto de autopromoção e vaidade espiritual vai em cada coração. O louvor permeado de gemidos e choros pode ser um clamor pessoal sincero, mas também pode expressar apenas uma tendência a teatralizar a contrição. Às vezes, isso desemboca na ideia de que isso, sim, é “dom profético”.
Se nossa justiça é trapo de imundície, se nossas boas obras ainda são indignas da suprema obra de Deus, por que alguém deveria crer que exclusivamente a sua música vai ser aceita por Deus? Depois da salvação pelas obras, chegou a salvação pelo louvor.
Nossa música de adoração pode nos lembrar da magnificência de Deus e da alegria de sermos salvos. Mas ela não é capaz de nos tornar mais merecedores da salvação. E dependendo do contexto e de como ela é dirigida, ela é capaz até de nos distrair da salvação. Felizmente, o justo viverá pela fé e não por sua aparentemente boa música.
FONTE: BLOG NOTA NA PAUTA
sábado, 9 de julho de 2011
Israel estuda a proposta para tornar o domingo um dia de descanso
O Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou estudar a possibilidade de reduzir a jornada de trabalho para quatro dias e meio, prolongando o fim de semana em um dia e declarando feriado o domingo, que atualmente é trabalhado.
Netanyahu indicou seu assessor econômico e presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel para estudar a questão, que teria importantes consequências econômicas, sociais e religiosas. O Vice-Primeiro-ministro Silvan Shalom, que havia proposto a medida, argumentou que se deve "passar a um longo fim de semana o mais rapidamente possível, de acordo com todos os países do mundo desenvolvido".
Segundo o jornal Haaretz apontou, o plano é para que sábado e domingo sejam feriados e a sexta-feira seja um dia de trabalho até meio-dia.
Kandel espera estabelecer uma comissão composta por todos os ministérios relevantes para considerar as implicações da proposta. Netanyahu admitiu que a questão é complexa e requer um estudo sério de vários ângulos: econômicos, sociais, religiosos e ideológicos.
O fim de semana em Israel é celebrado da sexta-feira ao sábado, sendo que as lojas e escritórios estão abertos na manhã de sexta-feira. Os feriados no país começam ao anoitecer da sexta-feira, como uma marca do judaísmo, até o anoitecer do sábado, sendo este intervalo santo e de descanso para esta confissão religiosa.
Shalom, disse que a iniciativa tem a aprovação da Associação dos Fabricantes de Israel, Câmaras de Comércio, União das Autoridades Locais, Associação de Hotéis, sindicatos de professores, Conselho Econômico Nacional e do Diretor Geral do Gabinete do Primeiro-Ministro.
Dois membros do Knesset Likud, Zeev Elkin e Yariv Levin apresentaram um projeto de lei sobre a introdução de um longo fim de semana. A iniciativa destinava-se a forçar o gabinete a tomar uma decisão a este respeito.
Shalom sugeriu que o fim de semana seja sábado e domingo, enquanto a semana de trabalho seria de segunda a sexta ao meio-dia. "Em troca do fim de semana prolongado, vamos trabalhar meia hora mais por dia", disse ele. Uma das razões para a proposta foi a ausência de um "fim de semana" real em Israel, como no mundo ocidental.
Mais de 75 por cento da população mundial e 100 por cento da população do mundo desenvolvido têm adotado os sábados e domingos como dias de descanso.
Shalom disse que a mudança seria boa para a economia de Israel.
A medida também resultará em uma semana escolar de cinco dias, o que significaria a introdução de uma hora na escola e da obrigação de fornecer o almoço nas escolas.
Fonte: IGNews (via Diário da Profecia)
NOTA: Quem diria que até o Estado de Israel um dia iria "flertar" com o descanso dominical... É o fim dos tempos...
Netanyahu indicou seu assessor econômico e presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel para estudar a questão, que teria importantes consequências econômicas, sociais e religiosas. O Vice-Primeiro-ministro Silvan Shalom, que havia proposto a medida, argumentou que se deve "passar a um longo fim de semana o mais rapidamente possível, de acordo com todos os países do mundo desenvolvido".
Segundo o jornal Haaretz apontou, o plano é para que sábado e domingo sejam feriados e a sexta-feira seja um dia de trabalho até meio-dia.
Kandel espera estabelecer uma comissão composta por todos os ministérios relevantes para considerar as implicações da proposta. Netanyahu admitiu que a questão é complexa e requer um estudo sério de vários ângulos: econômicos, sociais, religiosos e ideológicos.
O fim de semana em Israel é celebrado da sexta-feira ao sábado, sendo que as lojas e escritórios estão abertos na manhã de sexta-feira. Os feriados no país começam ao anoitecer da sexta-feira, como uma marca do judaísmo, até o anoitecer do sábado, sendo este intervalo santo e de descanso para esta confissão religiosa.
Shalom, disse que a iniciativa tem a aprovação da Associação dos Fabricantes de Israel, Câmaras de Comércio, União das Autoridades Locais, Associação de Hotéis, sindicatos de professores, Conselho Econômico Nacional e do Diretor Geral do Gabinete do Primeiro-Ministro.
Dois membros do Knesset Likud, Zeev Elkin e Yariv Levin apresentaram um projeto de lei sobre a introdução de um longo fim de semana. A iniciativa destinava-se a forçar o gabinete a tomar uma decisão a este respeito.
Shalom sugeriu que o fim de semana seja sábado e domingo, enquanto a semana de trabalho seria de segunda a sexta ao meio-dia. "Em troca do fim de semana prolongado, vamos trabalhar meia hora mais por dia", disse ele. Uma das razões para a proposta foi a ausência de um "fim de semana" real em Israel, como no mundo ocidental.
Mais de 75 por cento da população mundial e 100 por cento da população do mundo desenvolvido têm adotado os sábados e domingos como dias de descanso.
Shalom disse que a mudança seria boa para a economia de Israel.
A medida também resultará em uma semana escolar de cinco dias, o que significaria a introdução de uma hora na escola e da obrigação de fornecer o almoço nas escolas.
Fonte: IGNews (via Diário da Profecia)
NOTA: Quem diria que até o Estado de Israel um dia iria "flertar" com o descanso dominical... É o fim dos tempos...
FONTE: MINUTO PROFETICO
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Sumário do livro A História da Vida
1. Universo ao lado: Explorando os universos - Ufanismo darwinista - Modelo naturalista-filosófico - Quando a metafísica atropela o empirismo - Vexame histórico - Influência da mídia - Cosmovisão criacionista
2. Seguindo as evidências: Visão da natureza e a origem da informação complexa - Origem da vida (e mais complexidade) - Adeus, “poça morna” - Mutações: mudança, perda ou ganho de informação? - Por que a mãe não rejeita o feto - Seleção natural: conservativa ou criativa? - Registro Fóssil - Trilobitas e águas-vivas: enigmas de complexidade - O que nos faz humanos
3. Histórias mal contadas: O adeus de ida - A fraude do Microraptor gui - instintos vitais - Adaptações morfológicas - O mecanismo da visão - Metamorfose da borboleta monarca - O mundo da célula - Vida artificial ou comprovação de design? - Semelhanças estruturais - Nossos ancestrais? - A ontogenia recapitula a filogenia? - Órgãos vestigiais
4. O dilúvio de Gênesis: lenda ou fato?: Arca de Noé: maravilha da engenharia náutica - Uma catástrofe global - De onde veio tanta água? - Evidências de um dilúvio universal - Castelo de areia - Artefatos humanos - Triste recordação - Dúvidas sobre o dilúvio
5. O que aconteceu com os dinossauros: Morte em agonia - Quão antigos? - Dinossauros na arca de Noé? - Pegadas de dinossauros e homens gigantes -
Datando a história - O método do radiocarbono - Salvar a teoria dos fatos - Datas discrepantes - Radiohalos de polônio - Geocronômetros alternativos - Terra jovem ou velha?
6. Pais da ciência, homens de fé: O berço da ciência - Ombros de gigantes - Antecipações científicas na Bíblia - O mundo na contramão - O Autor da história da vida - Dissonância cognitiva: um obstáculo à verdade - Problemas com autoridade - Deus está morto? - Razões para crer - Argumento cosmológico - Argumento teleológico - Outros argumentos - Criados para crer
7. Um milagre em forma de livro: A revelação especial de Deus - O testemunho da arqueologia - A criação e a tradição adâmica - Silenciando os críticos - Os Manuscritos do Mar Morto - O Novo Testamento merece confiança? - O ossuário de Tiago
8. O fim da história da vida: Resumindo - Saudades do Céu - Cenários futuros - O dilúvio como advertência
São 224 páginas com o que há de mais atual nas controvérsias entre teísmo/ateísmo e criacionismo/evolucionismo.
2. Seguindo as evidências: Visão da natureza e a origem da informação complexa - Origem da vida (e mais complexidade) - Adeus, “poça morna” - Mutações: mudança, perda ou ganho de informação? - Por que a mãe não rejeita o feto - Seleção natural: conservativa ou criativa? - Registro Fóssil - Trilobitas e águas-vivas: enigmas de complexidade - O que nos faz humanos
3. Histórias mal contadas: O adeus de ida - A fraude do Microraptor gui - instintos vitais - Adaptações morfológicas - O mecanismo da visão - Metamorfose da borboleta monarca - O mundo da célula - Vida artificial ou comprovação de design? - Semelhanças estruturais - Nossos ancestrais? - A ontogenia recapitula a filogenia? - Órgãos vestigiais
4. O dilúvio de Gênesis: lenda ou fato?: Arca de Noé: maravilha da engenharia náutica - Uma catástrofe global - De onde veio tanta água? - Evidências de um dilúvio universal - Castelo de areia - Artefatos humanos - Triste recordação - Dúvidas sobre o dilúvio
5. O que aconteceu com os dinossauros: Morte em agonia - Quão antigos? - Dinossauros na arca de Noé? - Pegadas de dinossauros e homens gigantes -
Datando a história - O método do radiocarbono - Salvar a teoria dos fatos - Datas discrepantes - Radiohalos de polônio - Geocronômetros alternativos - Terra jovem ou velha?
6. Pais da ciência, homens de fé: O berço da ciência - Ombros de gigantes - Antecipações científicas na Bíblia - O mundo na contramão - O Autor da história da vida - Dissonância cognitiva: um obstáculo à verdade - Problemas com autoridade - Deus está morto? - Razões para crer - Argumento cosmológico - Argumento teleológico - Outros argumentos - Criados para crer
7. Um milagre em forma de livro: A revelação especial de Deus - O testemunho da arqueologia - A criação e a tradição adâmica - Silenciando os críticos - Os Manuscritos do Mar Morto - O Novo Testamento merece confiança? - O ossuário de Tiago
8. O fim da história da vida: Resumindo - Saudades do Céu - Cenários futuros - O dilúvio como advertência
São 224 páginas com o que há de mais atual nas controvérsias entre teísmo/ateísmo e criacionismo/evolucionismo.
Bruxelas sedia conferência sobre lei dominical
[Na segunda-feira, 20], a European Sunday Alliance (Aliança Europeia para o domingo - ESA) promoveu em Bruxelas, Bélgica, uma conferência sobre a proteção do domingo como jornada não laborável, sob o título “O valor agregado da sincronização do tempo livre”. A ESA é uma rede de alianças nacionais formadas por sindicatos, organizações da sociedade civil e comunidades religiosas, entre as quais também se encontram a Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia (COMECE) e a Conferência das Igrejas Europeias (KEK). Entre os temas tratados estão a segurança dos trabalhadores, o equilíbrio entre trabalho e vida profissional com a vida familiar, e a importância do fim de semana para a vida comunitária. Os organizadores assinalam que “o encontro procura informar os responsáveis políticos europeus sobre a importância de um tempo de qualidade sincronizado não só no aspecto cultural dentro do patrimônio europeu, mas também como um importante fator de construção da Europa social: uma UE consciente das exigências de seus cidadãos”.
“O movimento dominical está agora abrindo caminho nas trevas. Os líderes encobrem a verdadeira questão, e muitos que se unem ao movimento não percebem para onde propende a tendência oculta. Eles estão agindo como cegos. Não veem que se um governo protestante abandona os princípios que deles fizeram uma nação livre e independente, e, pela legislação, introduz na Constituição princípios que propaguem a falsidade e ilusão papal, eles estão se lançando nos horrores romanos da Idade Média” (Ellen White, Review and Herald Extra, 11 de dezembro de 1888).
“Muitos há, mesmo entre os que se empenham neste movimento em favor da imposição do domingo, que se acham cegos aos resultados que seguirão a essa ação. Não veem que golpeiam diretamente a liberdade religiosa. Muitos existem que jamais compreenderam as reivindicações do sábado bíblico e o falso fundamento sobre o qual repousa a instituição do domingo. [...] Os que se empenham em conseguir uma emenda à Constituição, para obter uma lei que imponha a observância do domingo, mal compreendem qual vai ser o resultado. Uma crise está iminente” (Ellen White, Testemunhos Seletos, v. 2, p. 318, 352).
(Evidências Proféticas)
Nota: O decreto dominical (praticamente o último sinal da iminência da volta de Jesus) será promulgado pelos Estados Unidos, mas essas iniciativas na Europa podem ser consideradas um “ensaio” desse ato final. Quando a lei for aprovada pelos norte-americanos, os europeus (e certamente a maioria das pessoas nos demais continentes) a acatarão facilmente. E o ECOmenismoestá aí para fornecer uma razão lógica para aqueles que não querem nada com religião (portanto, receberão a marca da besta na mão – estude Apocalipse 13). Estes dias são solenes; devemos aproveitar a calmaria que antecede a tempestade; como diz o pastor Erton Köhler: "Jesus tem pressa de voltar."[MB]
Leia também: "Inception of European Sunday Alliance in Brussels"
“O movimento dominical está agora abrindo caminho nas trevas. Os líderes encobrem a verdadeira questão, e muitos que se unem ao movimento não percebem para onde propende a tendência oculta. Eles estão agindo como cegos. Não veem que se um governo protestante abandona os princípios que deles fizeram uma nação livre e independente, e, pela legislação, introduz na Constituição princípios que propaguem a falsidade e ilusão papal, eles estão se lançando nos horrores romanos da Idade Média” (Ellen White, Review and Herald Extra, 11 de dezembro de 1888).
“Muitos há, mesmo entre os que se empenham neste movimento em favor da imposição do domingo, que se acham cegos aos resultados que seguirão a essa ação. Não veem que golpeiam diretamente a liberdade religiosa. Muitos existem que jamais compreenderam as reivindicações do sábado bíblico e o falso fundamento sobre o qual repousa a instituição do domingo. [...] Os que se empenham em conseguir uma emenda à Constituição, para obter uma lei que imponha a observância do domingo, mal compreendem qual vai ser o resultado. Uma crise está iminente” (Ellen White, Testemunhos Seletos, v. 2, p. 318, 352).
(Evidências Proféticas)
Nota: O decreto dominical (praticamente o último sinal da iminência da volta de Jesus) será promulgado pelos Estados Unidos, mas essas iniciativas na Europa podem ser consideradas um “ensaio” desse ato final. Quando a lei for aprovada pelos norte-americanos, os europeus (e certamente a maioria das pessoas nos demais continentes) a acatarão facilmente. E o ECOmenismoestá aí para fornecer uma razão lógica para aqueles que não querem nada com religião (portanto, receberão a marca da besta na mão – estude Apocalipse 13). Estes dias são solenes; devemos aproveitar a calmaria que antecede a tempestade; como diz o pastor Erton Köhler: "Jesus tem pressa de voltar."[MB]
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Vaticano convidará não religiosos a encontro pela paz
O Vaticano convidará personalidades que se definem como não religiosas ao encontro mundial inter-religioso pela paz previsto para o fim de outubro em Assis, no centro da Itália, anunciou o cardeal Tarcisio Bertone. Em um editorial publicado pelo Osservatore Romano, o cardeal Bertone destaca a vontade de convidar "também algumas personalidades da ciência e da cultura que se definem como não religiosas" [será que Dawkins vai?]. "Não apenas porque a paz é responsabilidade de todos, e sim, mais profundamente, porque estamos convencidos de que a posição de quem não acredita ou custa a crer pode desempenhar uma papel saudável para a religião como tal, ajudando por exemplo a identificar possíveis degenerações e falsidades", afirma no texto.
O Papa Bento XVI anunciou em abril a convocação de uma jornada inter-religiosa de "oração pela paz e a justiça no mundo" para "celebrar o 25º aniversário do encontro histórico que se celebrou em Assis em 27 de outubro de 1986, por vontade do venerável Servidor de Deus João Paulo II".
(Terra)
Nota: Além da bandeira ECOmênica, a luta pela paz é o tipo de causa que tende a colocar as diferenças de lado e unir as pessoas, independentemente do credo (ou da falta dele). O Vaticano vem desempenhando seu papel profético e a aglutinação das massas é algo previsto no Apocalipse. A iniciativa, em princípio, é boa. O problema serão os meios utilizados para se tentar chegar aos alvos propostos. Em algum momento, esses meios vão cercear a liberdade de minorias fieis à Palavra de Deus. Não nos esqueçamos também de que, “quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts 5:3).[MB]
O Papa Bento XVI anunciou em abril a convocação de uma jornada inter-religiosa de "oração pela paz e a justiça no mundo" para "celebrar o 25º aniversário do encontro histórico que se celebrou em Assis em 27 de outubro de 1986, por vontade do venerável Servidor de Deus João Paulo II".
(Terra)
Nota: Além da bandeira ECOmênica, a luta pela paz é o tipo de causa que tende a colocar as diferenças de lado e unir as pessoas, independentemente do credo (ou da falta dele). O Vaticano vem desempenhando seu papel profético e a aglutinação das massas é algo previsto no Apocalipse. A iniciativa, em princípio, é boa. O problema serão os meios utilizados para se tentar chegar aos alvos propostos. Em algum momento, esses meios vão cercear a liberdade de minorias fieis à Palavra de Deus. Não nos esqueçamos também de que, “quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts 5:3).[MB]
Fonte: www.criacionismo.com.br
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